Segmentos
Estudar como diferentes mercados constroem significado, percepção e códigos próprios.
Sociedade das Marcas · Comunidade
A Sociedade das Marcas reúne empresários, designers e estrategistas em torno de uma mesma ambição: compreender, construir e transformar marcas que realmente significam alguma coisa.
Fazer parte da Sociedade01 / O problema
Comprei cursos.
Assisti aulas.
Consumi livros.
Passei incontáveis horas assistindo vídeos, pesquisando referências e tentando compreender como grandes marcas eram construídas.
Tudo isso foi importante.
Mas olhando para trás, percebo que grande parte do conhecimento que realmente transformou meu trabalho não veio simplesmente do que eu assisti.
Veio do que eu precisei resolver.Aprender × atualizar
Quando você faz um curso, alguma coisa acontece: você recebe conhecimento. Conhece uma metodologia. Descobre novas referências. Aprende uma nova maneira de pensar. Isso é valioso.
Mas o mercado continua se movimentando depois que a aula termina.Novas marcas aparecem. Novos comportamentos surgem. Novos códigos culturais ganham significado. Ferramentas mudam. Estéticas se transformam. Tecnologias alteram processos. E aquilo que você aprendeu começa imediatamente a encontrar novas circunstâncias.
Um curso pode ensinar
alguma coisa nova.
Uma comunidade pode impedir
que essa coisa fique velha.
02 / Exposição
E isso não é uma crítica. É uma consequência natural do mercado.
Um designer pode passar meses trabalhando para um mesmo segmento. Um estrategista pode conviver com tipos semelhantes de empresa. Um empresário enxerga o mercado a partir da realidade da própria operação.
E, quando você trabalha sozinho, alguma coisa inevitavelmente acontece:
sua experiência começa a ser limitada pelos problemas aos quais você tem acesso.Você pode estudar muito. Pode ser extremamente competente. Mas existe um tipo de conhecimento que só aparece quando somos expostos continuamente a problemas diferentes dos nossos.
Trabalhar simultaneamente com muitos projetos me colocou diante de uma quantidade de circunstâncias que dificilmente encontraria trabalhando dentro de uma única empresa ou atendendo poucos projetos.
Existe enorme valor em ser exposto ao problema de outra pessoa.Porque, às vezes, o aprendizado que você precisa não está acontecendo no seu projeto.
Está acontecendo no projeto ao lado.
E se um designer pudesse apresentar uma ideia e receber a percepção de outros designers?
E se um estrategista pudesse mostrar uma hipótese antes de transformá-la em decisão?
E se um empresário pudesse trazer um problema de marca e encontrar pessoas observando aquilo por perspectivas completamente diferentes?
E se aquilo que aprendemos individualmente pudesse começar a se transformar em inteligência coletiva?
Foi daí que nasceu a Sociedade das Marcas.
03 / Contribuição
Você pode amar uma ideia.
Pode defendê-la.
Pode acreditar que encontrou a solução.
Mas então outra pessoa pergunta:
“Por quê?”
Por isso a comunidade não existe apenas para compartilhar respostas.
Ela existe para melhorar perguntas.
E cultura nunca é uniforme. Só no Brasil convivemos com diferenças enormes de linguagem, comportamento, repertório, símbolos, referências e códigos.
O que significa uma coisa para você pode significar outra para alguém a milhares de quilômetros dali. O símbolo que parece óbvio em uma região pode ser irrelevante em outra. Uma expressão pode aproximar um público e afastar outro.
Branding exige repertório. Mas exige também contato com perspectivas que não são as nossas.Por isso diversidade de experiência não é apenas interessante dentro da Sociedade. Ela é parte da ferramenta.
Quero construir um ambiente onde o conhecimento circule. Naturalmente haverá conteúdos meus. Análises. Pesquisas. Aulas. Métodos. Referências. Mas a Sociedade se torna realmente poderosa quando o conhecimento deixa de possuir apenas uma origem.
Eu ensino alguma coisa.
Alguém aplica.
Outra pessoa questiona.
Outra complementa.
Uma nova referência aparece.
O entendimento evolui.
E o sistema fica melhor.
Por isso prefiro pensar na Sociedade das Marcas não como uma biblioteca. Mas como um organismo.
Ecossistema
Estudar como diferentes mercados constroem significado, percepção e códigos próprios.
Investigar territórios culturais, imaginários, narrativas e sistemas de significado.
Construir uma biblioteca viva de símbolos, origens, usos e interpretações.
Trazer ideias, hipóteses e projetos para análise, teste e discussão.
Organizar conceitos, termos, códigos e referências que fazem parte do nosso trabalho.
Aprofundar metodologias capazes de transformar conhecimento em capacidade profissional.
Laboratório
A Sociedade precisa ser um lugar onde você possa colocar pensamentos sobre a mesa.
Não apenas para receber elogios. Mas para encontrar perguntas; contrapontos; referências; experiências; outras possibilidades.
Porque algumas das melhores contribuições começam com:É essa exposição recorrente que evita que aquilo que você sabe se transforme lentamente em aquilo que você sabia.
Estrutura.
Aprofunda.
Organiza.
Ensina um método.
Constrói fundamentos.
Movimento.
Atualiza.
Confronta.
Expande.
Conecta perspectivas.
A Formação constrói a base.
A Sociedade mantém essa base viva.
Não quero uma comunidade baseada em:
Construir um lugar onde profissionais interessados em marcas tenham motivos reais para voltar.
Para aprender. Para observar. Para contribuir. Para discutir. Para pesquisar. Para testar. Para pensar.
Para quem é
Para quem quer sair da bolha das próprias referências e acompanhar como outros profissionais estão pensando e resolvendo marcas.
Para quem precisa ampliar repertório cultural, simbólico e estratégico continuamente.
Para quem entende que marca não termina no logotipo e deseja conviver com pessoas que estão estudando esse fenômeno todos os dias.
Experiências diferentes.
Níveis diferentes.
Perspectivas diferentes.
Talvez você esteja começando. Talvez trabalhe há vinte anos. Talvez seja designer. Talvez seja empresário. Talvez conheça profundamente um mercado que a maioria de nós nunca estudou.
Existe alguma coisa que você viu que outra pessoa ainda não viu.A Sociedade melhora quando esse conhecimento circula.

O fundador
Durante muitos anos, grande parte do meu conhecimento surgiu da quantidade de projetos que passam diariamente pela minha frente.
Agora eu quero abrir parte desse processo. Quero compartilhar aquilo que estou pesquisando. Aquilo que estou descobrindo. Aquilo que estou testando. Aquilo em que errei.
E quero também poder acompanhar o que outras pessoas estão construindo.
Quero mais contato.Foi por isso que escolhi construir uma comunidade.
Sociedade das Marcas
Não pelos conteúdos que estarão dentro dela.
Não pela plataforma.
Não pela quantidade de membros.
Mas pela quantidade de inteligência que poderá existir quando as pessoas certas começarem a pensar juntas.
Nem grandes profissionais.
Sociedade das Marcas
Designers. Estrategistas. Empresários. Pesquisadores. Pessoas interessadas em compreender aquilo que existe por trás das marcas.
Fazer parte da Sociedade